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Novas terapias no tratamento oncológico

O que é câncer?

Câncer é um grande grupo de doenças que pode iniciar em qualquer órgão o tecido do corpo quando células crescem descontroladamente, invadindo tecidos adjacentes e se espalhando para outros órgãos. Quando o câncer se espalha tem-se o que é chamado de metástase a principal causa de morte.


Em 2018, segundo a Organização mundial de saúde (OMS), houve 10 milhões de mortes causadas pelo câncer sendo assim a segunda maior causa de mortalidade no mundo inteiro. Pulmão, próstata, colorretal, estomago e fígado são os cânceres mais comuns nos homens, enquanto mama, colorretal, pulmão, colo uterino e tireoide os mais comuns entre as mulheres. No Brasil, segundo o INCA, a distribuição proporcional dos dez tipos de câncer mais incidentes estimados para 2020 por sexo, exceto pele não melanoma, é mostrada na figura abaixo. Próstata, colorretal, pulmão e estomago são os cânceres mais comuns nos homens, enquanto mama, colorretal, colo uterino e pulmão os mais comuns entre as mulheres.


Distribuição proporcional dos dez tipos de câncer mais incidentes estimados para 2020 por sexo, exceto pele não melanoma, segundo INCA.


Novas terapias disponíveis no tratamento oncológico

O progresso na biologia do câncer resultou em uma maior compreensão da heterogeneidade do tumor em múltiplos níveis (genético, funcional, componentes, vias de sinalização celular) e no desenvolvimento de agentes direcionados para populações de pacientes com tumores molecularmente definidos.


Antes do advento dos biomarcadores oncológicos, ao longo da história, o câncer e seu tratamento eram definidos pela localização original do câncer no corpo, mas em 23 de maio de 2017, a Administração de Alimentos e Medicamentos dos EUA (FDA) aprovou pela primeira vez um tratamento contra o câncer baseado em um biomarcador, sem considerar o local do tumor. Com isso, o FDA concedeu aprovação acelerada do pembrolizumabe para pacientes com diferentes tumores sólidos que apresentam instabilidade de microssatélites. A Agência deliberou essa ação depois que os dados mostraram uma resposta convincente em vários tipos diferentes de tumores, especialmente em pacientes que não tinham outras opções de tratamento e para o qual o desenvolvimento de programas, independente de medicamentos para cada tipo de tumor, não seriam viáveis ou apropriados. Essa aprovação acelerada ajudou a acelerar acesso desta terapia a pacientes sem outro opção de tratamento.


O advento das tecnologias genômicas, como o sequenciamento de próxima geração (NGS), e análise do perfil de expressão gênica, permitiu a indústria e academia oferecer cada vez mais produtos e serviços que permitem aos médicos entenderem as implicações terapêuticas dos dados do paciente, com base na análise computacional de dados clínicos em tempo real e conhecimento molecular. Acredita-se amplamente que essa abordagem baseada em informações computacionais, genômica e dados clínicos defina o futuro do atendimento ao paciente com câncer.



Neste sentido, uma questão-chave que os oncologistas hoje enfrentam atualmente é “como posso usar esse conhecimento para escolher o (s) tratamento (s) que forneça ao meu paciente a maior probabilidade de resultado curativo e probabilidade mínima de resistência e toxicidade a medicamentos?”. A resposta a esta pergunta reside na compreensão da relação entre a genética do paciente e do tumor e a evidência existente de sua utilidade clínica.

A OncoTag neste cenário

Neste sentido, a OncoTag é uma empresa inovadora que atua na área de medicina de precisão, descobrindo e desenvolvendo biomarcadores que possam guiar as decisões do tratamento oncológico, para que este se torne cada dia mais assertivo.


O nosso exame OvarianTag demonstra pacientes que não respondem a tratamento quimioterápico a base de platina, que é o tratamento de primeira linha, e assim fornece uma oportunidade a paciente ser tratado com outras drogas mais relacionadas ao seu perfil molecular. Além disso, o painel OvarianTag determina o risco de recaída da doença na paciente com câncer de ovário, permitindo que o médico possa embasado em um teste genético indicar quimioterapia de manutenção pós terapia citotóxica.

Nós, da OncoTag, estamos trazendo inovação para o tratamento oncológico no Brasil e ajudando mulheres a vencer o câncer de ovário.


Autora: Luciana Maria Silva Lopes Luciana é bióloga, Doutora em biologia celular, Sócia e co-fundadora da OncoTag e Chefe do Serviço de Biologia Celular da Fundação Ezequiel Dias.

Quer saber mais?

Veja as referências abaixo e acompanhe nossos próximos Blog Post.

1-Verweij J. et al. Innovation in oncology clinical trial design. Cancer treatment reviews, VOLUME 74, P15-20, MARCH 01, 2019

3- Goldberg KB et al. The FDA Oncology Center of Excellence and precision medicine. Experimental Biology and Medicine 2018; 243: 308–312

4- Sermer D. and Brentjens R. CAR T‐cell therapy: Full speed ahead. Hematological Oncology. 2019;37(S1):95–100

5- Frelaut M.; Tourneau C.L.; Borcoman E. Hyperprogression under Immunotherapy. Int. J. Mol. Sci. 2019, 20, 2674

6- Bailey S.R. and MausM.V. Gene editing for immune cell therapies. Nat Biotechnol

, 37 (12), 1425-1434 Dec 2019

7- Chen Hui-zi et al. Implementing Precision Cancer Medicine in the Genomic Era. Seminars in Cancer Biology, Volume 55, April 2019, Pages 16-27

8-Mazzarella et al. The evolving landscape of ‘next-generation’ immune

checkpoint inhibitors: A review. Eur J Cancer, 117, 14-31 Aug 2019

9-Soldatos T.G et al. Precision Oncology—The Quest for Evidence. J. Pers. Med. 2019, 9, 43.

10- Xing H and Meng Ling-hua. CRISPR-cas9: a powerful tool towards precision medicine in cancer treatment. Acta Pharmacologica Sinica (2019) 0:1 – 5

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