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Setembro: mês da conscientização do câncer ginecológico

O laço do mês de setembro é reservado para prevenção de tumores ginecológicos, assim como o laço de outubro é para prevenção dos tumores de mama.


Um laço da Consciência se refere aos símbolos destinados a mostrar apoio ou aumentar a consciência por uma causa.

Como o câncer de ovário é o mais prevalente e a maior causa de morte por tumores nesta localização, o destaque é mais do que justo. Aproximadamente 27.700 novos casos são diagnosticados a cada ano e 12.500 destas mulheres morrerão da doença. Ainda que haja muito trabalho pela frente nesta luta, a ciência tem colhido evidências de que algumas atitudes ajudam a diminuir a probabilidade de encarar o problema, assim como vem sinalizando avanços no diagnóstico e no tratamento desta condição.


Entre as razões deste desfecho, que reduz as chances de sucesso do tratamento, estão a falta de sintomas específicos da doença e a inexistência de uma forma de rastreamento também específico. Os sintomas usualmente não se tornam evidentes até o tumor comprima ou invada estruturas adjacentes, com aparecimento de ascite ou até que a metástase a distância torna-se evidente.


Como resultado, 70% das mulheres com câncer de ovário apresentam-se com doença avançada no momento do diagnóstico. Estas mulheres apresentarão uma taxa de sobrevida em 5 anos de 15-20% comparada com 90% nas pacientes que são diagnosticadas com a doença em estádio inicial. Devido as diferenças significantes de sobrevida entre a doença no estádio inicial e avançado, a corrida por métodos de rastreamento tem sido árdua objetivando diagnóstico inicial e assim proporcionando um considerável aumento na sobrevida.



Histórico familiar


O maior fator de risco para doença ovariana é a história familiar, reportada em 7% das mulheres diagnosticadas. Com uma história familiar de câncer de ovário em duas ou mais parentes de primeiro grau (mãe, irmãs, filhas), a chance de desenvolver o câncer de ovário é maior que 50%. Cerca de 15% das mulheres com câncer de ovário agressivo apresentam uma mutação hereditária no gene BRCA. O teste para esta mutação aliás, deveria ser realizado sistematicamente nas portadoras da doença quando isso é viável tecnicamente e financeiramente. Dentre as principais evoluções ocorridas nos últimos anos que beneficiaram as mulheres portadoras desta doença, foram principalmente técnicas cirúrgicas estabelecidas antes ou após a quimioterapia associado a evidência de linfadenectomia em casos inclusive avançados, benefício da cirurgia secundária em casos de recidiva e a descoberta dos inibidores da PARP que é uma classe de medicamentos de uso oral que interfere no mecanismo de reparo no meio intracelular, particularmente em pacientes portadoras da mutação do gene BRCA.




O futuro do tratamento para o câncer de ovário


Para o futuro, grandes esperanças são colocadas na imunoterapia, que é uma forma de tratamento que ativa as próprias células de defesa para combater o tumor, drogas capazes de reparar o DNA celular também poderiam entender o alcance de medicamentos como os inibidores da PARP, e a medicina personalizada que vem ganhando muita força no combate a esta doença.

Para saber mais sobre medicina personalizada acesse as redes social da Oncotag e conheça o que o futuro nos reserva no combate desta doença tão mortal.


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Nara Rosana Andrade 

Oncologista Clínica- Sócia da OncoTag




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